Uma Tabela Periódica diferente..

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Elefantes!!!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Prémio Nobel para descoberta de quase-cristais


O físico Daniel Shechtman ganhou o Nobel da Química pela sua pesquisa numa nova forma de cristal: os quase-cristais.
O cientista israelita Daniel Shechtman descobriu uma nova estrutural de cristal, que lhe valeu o Prémio Nobel da Química 2011. Esta nova forma de estrutura de cristal – o quase-cristal – era considerada impossível.
Após criar uma estrutura de cristal arrefecendo rapidamente metais derretidos, como alumínio e magnésio, e depois enviando uma onda de electrões por uma matriz de metal derretido, Shechtman descobriu que o material daí resultante consistia em unidades perfeitamente ordenadas mas nunca repetidas – algo antes considerado impossível. A publicação e análise por colegas dos resultados confirmou a descoberta e deixou em choque a comunidade científica.
“É assim que se fazem progressos na ciência. Quando alguém surge como uma descoberta que nos deixa cépticos, arranjamos tempo para verificar as observações e discutir as conclusões entre nós”, afirmou o presidente eleito da Sociedade Americana de Química. “Este é um excelente exemplo do triunfo da ciência e uma oportunidade para todos participarmos num respeitoso debate sobre a interpretação dos resultados”, adiantou Bassam Shechtman.
Desde a descoberta de Shechtman que cientistas de todo o mundo formaram muitos outros quase-cristais e exploraram as suas propriedades. As suas estruturas são tipicamente duras, não adesivas e muito fracas condutoras de calor e electricidade. Os cientistas postularam que tais qualidades podem tornar os quase-cristais ideais para diversas tecnologias, desde LED a revestimentos para frigideiras.
in revista quero saber, Dezembro de 2011
Claudia 12B

ESA faz experimento com laser para medir gases do Efeito Estufa

Recentemente, as paradisíacas ilhas Canárias foram alvo de uma verdadeira Guerra nas Estrelas, travada entre dois grandes observatórios astronómicos. Durante duas semanas, feixes de raios laser cruzaram o céu nocturno numa experiência que promete mudar a forma de medição dos gases do Efeito Estufa.    A experiência foi realizada pela Agência espacial Europeia, ESA, em parceria com o Instituto de Astrofísica das Canárias, IAC, de Espanha e é a primeira fase de um ambicioso projecto que envolverá diversos satélites em órbita baixa ao redor da Terra.                                                                                                             Nesta primeira etapa, feixes de laser verde foram disparados do observatório na ilha de La Palma em direcção ao telescópio do observatório Teide, na ilha Tenerife, a 144 km de distância. O objectivo é avaliar o uso da técnica conhecida como "espectroscopia de absorção diferencial por infravermelho", uma maneira de fazer medições extremamente precisas de traços dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, como o metano e o dióxido de carbono.                  Nos testes realizados entre La Palma e Tenerife, o feixe de luz verde não tem qualquer importância experimental e serve apenas como guia para os invisíveis pulsos de laser infravermelho disparados em paralelo.
Daniela Figueiredo                                                                                                         






Novo planeta em zona habitável carece de estudos mais profundos

Apesar de parecer uma fantástica descoberta, o novo exoplaneta recém-descoberto pela NASA não deve ser visto como uma "nova Terra", com características que permitem o desenvolvimento de formas de vida similares às que conhecemos.                                                                                              Baptizado como Kepler 22b, o planeta se encontra fora do nosso Sistema Solar e foi descoberto através de imagens captadas pelo telescópio espacial Kepler, da NASA. Segundo a agência americana, o objecto mede 2.4 vezes o tamanho da Terra e completa uma translação ao redor da sua estrela em 290 dias.                      A descoberta, publicada na revista "The Astrophysical Journal", ocorre depois que a NASA anunciou uma lista com 54 objectos que poderiam ser classificados como planetas e que orbitariam dentro da chamada "zona habitável", uma região nas proximidades da estrela que permite que a água, caso exista, seja encontrada na forma líquida.
Daniela Figueiredo


NASA lança com sucesso jipe-robô Curiosity em direção a Marte

O jipe-robô Curiosity foi lançado com sucesso às 13h02 no dia 26 de Novembro de 2011. O lançamento ocorreu no momento programado, dando início à missão MSL, que durante dois anos estudará as condições de habitabilidade do Planeta vermelho.
Curiosity é o jipe planetário mais avançado já construído e também o maior veículo dos que já pousaram em Marte. É cinco vezes mais pesado que seus similares Spirit e Opportunity e também é maior que o jipe lunar guiado pelos astronautas das missões Apollo, durante as décadas de 1960 e 1970.
Daniela Figueiredo
Plástico Ecológico
Um composto com as mesmas propriedades e aplicações do plástico convencional, mas procedente de fontes renováveis, 100% biodegradável e respeitador do ambiente. É assim que é descrito o Mater-Bi, um polímero feito a partir de amido de milho, trigo e batata e fabricado e comercializado pela Novamont (http://www.novamont.com). Segundo os responsáveis desta companhia italiana pioneira na investigação de bioplásticos, que no final de 2010 abriu a primeira bio-refinaria do mundo em Terni (Itália), a chave deste material revolucionário é a sua estrutura vegetal. Esta, ao contrário do que se sucede com os polímeros convencionais derivados do petróleo, pode ser destruída pelos micro-organismos. Este facto não só possibilita a sua posterior transformação em compostagem de elevada qualidade (pode ser usado como adubo sem contaminar a terra), mas também poderia reduzir de forma considerável o impacto devastador do plástico tradicional sobre o ambiente. Teoricamente, a cultura de 800 mil hectares de milho poderia assegurar a produção de dois milhões de toneladas de bioplásticos.
Liliana Marques
Os neurónios também se arranjam
A doença de Alzheimer já não parece invulnerável. Actualmente, existem análises que identificam, no liquido cefalorraquidiano, os fragmentos da proteína beta-amilóide, responsável pelas placas que matam neurónios. Por outro lado, a companhia canadiana Amorfix Life Sciences desenvolveu um teste para isolar essa substância no sangue de animais.Dentro de três décadas, uma análise de rotina revelará a presença da doença antes de surgirem sintomas. Nessa altura, a pessoa afectada poderá optar pela vacina, que gera anti-corpos monoclonais contra as placas, ou por um cocktail de sofisticados fármacos.
A detecção precoce deverá, também, desbravar caminho no tratamento da doença de Parkinson, outro grande desafio da Neurologia. Actualmente, o paciente já perdeu, em média, quatro quintos de neurónios produtores de dopamina quando lhe diagnosticam a doença. Os especialistas sabem que o mal aniquila as células nervosas do bolbo olfactivo e eleva os níveis de alfa-sinucleína. Assim, um teste ao olfacto, combinado com uma análise ao sangue, dar-lhes-á capacidade de manobra para intervir antes da catástrofe se tornar irrecuperável. A tecnologia também terá um enorme peso. Um dos pioneiros mundiais na investigação de interfaces para o cérebro é José Carmena, um espanhol que trabalha na Universidade da Califórnia em Berkeley.
“Milhares de vítimas de Parkinson estão neste momento a utilizar estimuladores profundos do cérebro, dispositivos implantados para aplicar corrente eléctrica ao núcleo subtalâmico a fim de atenuar os tremores”, explica, e não descarta a hipótese de avanços do mesmo género poderem, um dia, tratar de doenças e deficiências mentais. Outro campo em que o esforço é grande é o das lesões medulares: “Queremos desenvolver a mobilidade ao instalar um aparelho no córtex cerebral que registe a actividade eléctrica dos neurónios e transmita a informação a outro dispositivo através de uma ligação sem fios”, explica Carmena. No futuro, seremos provavelmente capazes de controlar desse modo qualquer criação artificial.
Liliana Marques

                 Nano-soldados contra os tumores
A oncologia deposita as suas maiores esperanças no mundo do extremamente diminuto. Referimo-nos às partículas que operam em escalas de um a cem nanómetros (um milésimo de milímetro; um fio de cabelo humano, por exemplo, tem uma espessura de 50 mil nanómetros. Com o objectivo de entender em que consistirá, exactamente, esta revolução, falámos com Anna Barker, antiga directora-adjunta do Instituto Nacional norte-americano do Cancro, a qual nos explicou que irá reflectir-se em vários níveis: no diagnóstico precoce, no tratamento e nos novos biomateriais que poderão substituir parcialmente órgãos danificados. A nanotecnologia é ideal para lidar com uma doença tão complexa como o cancro (trata-se de uma acumulação de doenças), pois pode captar muita informação como as proteínas eu expressam os tumores à superfície. As nanoparticulas permitirão mesmo visualizar as células pré-cancerosas através de um scanner; para isso, estarão ligadas a anti-corpos específicos que as reconheçam para poderem enviar ou intensificar um sinal ou uma radiação. Enfim, conseguirão detectar o que era, até agora, indetectável. Além disso, esses minúsculos espiões tornar-se-ão progressivamente mais expeditos e farão várias coisas em simultâneo. Funcionarão como camiões-cisterna para libertar fármacos exclusivamente nas células malignas, salvaguardando as saudáveis. Com o progressivo conhecimento dos factores genéticos que desencadeiam a doença, os tratamentos tornar-se-ão mais muito mais personalizados e a nanotecnologia permitirá administrar substâncias terapêuticasde forma muito mais precisa. Investigadores do Instituto Tecnológico do Messachusetts já desenvolveram um nanopolímero que transporta dois compostos diferentes (cisplatina e docetaxel) até às células cancerosas da próstata. Os doentes poderão tomar medicamentos com a ajuda dessas armas de destruição em massa, suficientemente inteligentes para detectar o tumor e ali detectar a sua carga farmacológica. O médico disporá de um nanodispositivo para avaliar as alterações genéticas e proteicas. Desse modo, fica a saber qual a medicação mais adequada às características pessoais do doente. Depois outro pequeno aliado poderá transportá-la. Daqui a trinta anos, tudo isto já será uma realidade.
Liliana Marques

Descobertas Cientificas

                            Chá verde contra o mal de Alzheimer

Um estudo da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, indica que o chá verde pode proteger o cérebro de doenças como o Alzheimer e outros tipos de demência, como o cancro.
No estudo, os cientistas investigaram se as propriedades benéficas do chá verde , que já tinham sido comprovadas no chá recém-preparado e não digerido, ainda se mantinham activas caso o chá fosse digerido.
De acordo com o professor Ed Okello, a digestão é um processo vital para conseguir os nutrientes necessários, mas também significa que nem sempre os compostos mais saudáveis dos alimentos serão absorvidos pelo corpo, podendo se perder ou modificar no processo.
"O que foi realmente animador neste estudo é que descobrimos que, quando o chá verde é digerido pelas enzimas do intestino, os compostos químicos resultantes são até mais eficazes contra gatilhos importantes do Alzheimer do que a forma não digerida do chá", disse.
"Além disso, também descobrimos que os compostos digeridos (do chá verde) tinham propriedades contra o câncer, desacelerando de forma significativa o crescimento de células do tumor que usamos em nossas experiências", acrescentou.
Na pesquisa, a equipe trabalhou em conjunto com cientistas da Escócia, que desenvolveram uma tecnologia que simula o sistema digestivo humano. Graças a esta tecnologia, a equipe de Newcastle conseguiu analisar as propriedades protectoras dos produtos da digestão do chá.
Ana Francisco

Imagens reconstruídas a partir do cérebro

Os avanços científicos continuam a parecer-se cada vez mais com as tecnologias sonhadas pelos autores de ficção científica.
Uma equipa de cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, EUA,  conseguiu transpor imagens vistas por pessoas para um ecrã, através da monitorização de radiografias dos cérebros de um grupo de voluntários.
Os resultados foram dados a conhecer num trabalho científico publicado na revista "Current Biology" .
A experiência consistiu em tirar radiografias da actividade cerebral enquanto a "cobaia" via um filme. De seguida, os cientistas reconstituíam, através de um computador, as imagens vistas pelo indivíduo.
Jack Gallant, um dos neurocientistas responsáveis pela experiência, considera, em declarações reproduzidas pelo "Wall Street Journal", que o desenvolvimento da experiência pode vir a ser uma ajuda para pessoas que fiquem com as capacidades de comunicação severamente afectadas.
Contudo, a técnica desenvolvida pela equipa mantém-se num estado muito embrionário, sendo a imagem reproduzida constituída apenas por formas e movimentos, não sendo ainda suficientemente nítida para distinguir que figura humana está retratada numa das imagens, por exemplo.
Ana Francisco

Transformar água em hidrogénio

Este ano, o Departamento das Energias dos EUA e a Universidade da Califórnia descobriram um metal catalisador barato que consegue gerar hidrogénio gasoso a partir de água.
Os cientistas sempre concordaram que o hidrogénio seria a próxima grande energia renovável, se fosse possível produzi-lo de maneira barata e eficiente. O metal utilizado por estes investigadores é setenta vezes mais barato que a platina, material com que é geralmente feita a separação das moléculas da água.
Hemamala Karunadasa, principal responsável pelo projecto, explica os benefícios da descoberta: “O nosso catalisador não requer aditivos orgânicos, e consegue funcionar em qualquer água, mesmo água suja ou água do mar, a fonte de hidrogénio mais abundante na Terra é um electrólito natural.”


Ana Francisco

eclipses...e ....cabelos brancos...


Eclipse lunar total foi observado em parte do globo
Do oeste dos EUA até a Europa ocidental pessoas puderam ver a sombra que a Terra fez na lua


Eclipse observado do Nepal. Próximo
Um eclipse completo da lua pôde ser observado neste sábado (dia 10)em toda a região da zona leste dos Estados Unidos e no oceano pacifico. O eclipse começou por volta das 04h45 da manhã no horário do Pacífico e, após algumas horas, a Lua ficou coberta por uma luz avermelhada. Cientistas afirmam que o próximo fenômeno deste tipo deverá demorar três anos para ocorrer novamente.
Como ocorre um eclipse lunar?


O eclipse lunar acontece quando a lua passa por detrás da Terra enquanto orbita ao redor do planeta. A luz do sol fica não atinge diretamente o satélite natural que fica escondido pela sombra da terra.
é Diferente dum eclipse solar, que frequentemente é visto numa pequena parcela do globo, o eclipse lunar pode ser observado em todas as localidades que estariam a ver a lua.
O próximo eclipse lunar total acontecerá somente em 2014.


Do que são feitos os adesivos que brilham no escuro?
Os adesivos que brilham no escuro geralmente são feitos com sulfeto de zinco. Quando o sulfeto de zinco é exposto à luz, graças à sua configuração electrónica, os electrões das camadas mais externas absorvem a luz e são excitados para camadas electrónicas ainda mais externas. Quando apagamos a luz deixamos de fornecer energia aos electrões, que aos poucos vão retornando às suas camadas electrónicas iniciais. Durante esse retorno (que pode durar horas), eles devolvem a energia que absorveram na forma de luz. Esse fenómeno se chama fosforescência.
Alguns modelos de relógios têm detalhes fosforescentes que nunca perdem o brilho mesmo quando são deixados vários dias no escuro. Isso acontece porque o material fosforescente desses relógios está misturado com um pouco de material radioactivo, que funciona como uma fonte de energia para provocar a fosforescência.
Mariana Andrade




Por que é que os cabelos ficam brancos com a idade?


De acordo com as actuais teorias do envelhecimento, cabelos brancos surgem quando as estruturas que compõem as células se oxidam devido à acção dos radicais livres - tipos reactivos de oxigénio capazes de provocar danos celulares. Os radicais livres são moléculas instáveis, com número ímpar de electrões (partículas atómicas de carga negativa), que podem desequilibrar as funções celulares.
Até os 40/45 anos de idade, geralmente o organismo consegue vencer a luta contra os radicais livres, retirando-os da circulação sem grandes dificuldades. Depois, contudo, estes tendem a acumular-se gradualmente no organismo, contribuindo para o surgimento não só de cabelos brancos como de doenças degenerativas (arteriosclerose e cancro), problemas nas articulações (reumatismo e artrose) e alterações na pele (rugas e manchas senis).
Às vezes, os cabelos embranquecem precocemente, em geral quando, além de ter predisposição genética para isso, a pessoa enfrenta problemas particulares graves. Numa situação de stress emocional, por exemplo, o organismo libera grande quantidade de adrenalina, substância altamente oxidante que contribui para o aumento dos radicais livres na corrente sanguínea - e daí, para o surgimento de cabelos brancos.
Mariana Andrade

Química....

“Um Químico Apaixonado

Berílio(Be) Horizonte, Zinco(Zn) de Benzeno de 2000.

Querida Valência,

Não estou sendo precipitado e nem desejo catalisar nenhuma reação irreversível entre nós dois, mas sinto que Estrôncio(Sr) perdidamente apaixonado por você. SaBismuto(Bi) bem que a amo. De Antimônio(Sb) posso lhe assegurar que não sou nenhum Érbio(Er) e que traBário(Ba) muito duro, como o Ferro(Fe) e o Vanádio(V), para levar uma vida estável.
Lembro-me de que tudo começou nUrânio(U) passado, com um Arsênio(As) de mão, quando atravessávamos uma ponte de hidrogênio.
Você estava em um carro Prata(Ag), com Ródio(Rh) de Magnésio(Mg) e Titânio(Ti), brincos de Rubídio(Rb) e Zircônio(Zr) e sapatos Európios(Eu).
Houve uma atração forte entre nós dois, acertamos os nossos coeficientes, compartilhamos nossos eletrões, e a ligação foi inevitável. Inclusive depois, quando lhe telefonei, mesmo cega de Enxofre(S), você respondeu carinhosamente: "Próton, com quem tenho o Praseodímio(Pr) de falar?"... Nosso namoro é Cério(Ce), estava Índio(In) muito bem, como se morássemos em um palácio de Ouro(Au), e nunca causou nenhum Escândio(Sc).
Eu brometo que nunca haverá Gálio(Ga) entre nós e até já disse químicasaria com você. Espero que você não esteja saturada, pois devemos buscar uma reação de adição e não de substituição.
Soube que a Inês Chumbo(Pb) grosso lhe contou que eu a emBromo(Br): Manganês(Mn) cuidar do seu Cobre(Cu) e acredite Níquel(Ni) digo, pois saiba que eu nunca agi de modo Estanho(Sn). Caso algum dia apronte alguma, eu sugiro que procure o Avogrado Lawrêncio(Lr) e que me metais na cadeia.”Mariana Andrade