Uma Tabela Periódica diferente..
Elefantes!!!!
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Células estaminais...descoberta importante....
Novos estudos experimentais têm vindo a ser realizados, a nível mundial, com o objectivo de alargar o leque de aplicações terapêuticas possíveis através da utilização de células estaminais mesenquimais do sangue do cordão umbilical.
Recentemente, transfusões aplicadas em modelo animal permitiram concluir que as células do sangue do cordão umbilical podem desempenhar um papel positivo em portadores da doença de Alzheimer, produzindo um efeito neuroprotector e melhorando, assim, a fisiopatologia da doença e revertendo o declínio cognitivo associado à acumulação de placas senis no cérebro.
Por outro lado, um outro ensaio clínico revela que as células mesenquimais podem surtir um efeito positivo inibindo a reacção inflamatória em feridas cutâneas e contribuindo, consequentemente, para uma melhoria do processo de cicatrização.
No futuro, espera-se que estes estudos evoluam para uma aplicação em seres humanos, contribuindo para um aumento da qualidade de vida destes pacientes.
www.crioestaminal.pt
Tecido em spray...!!!
Manoel Torres, académico e estilista espanhol, em parceria com Paul Luckan, especialista em tecnologia de partículas do “Imperial College London”, desenvolveu um material, nomeado Fabrican Spray-on. Com este projecto, Torres queria criar “um material futurístico, sem costuras, rápido e confortável”, e para isso baseou-se em tecidos mais antigos, como o feltro, que também é produzido a partir de fibras. Faltava-lhe então apenas, um modo de unir as fibras sem costurá-las ou tecê-las.
Fabrican Spray-on é um tecido composto por uma mistura de fibras pequenas, substâncias conhecidas como polímeros - que fazem com que as fibras se unam - e um solvente que permite que ele seja aplicado em forma líquida. A textura pode ser alterada de acordo com o tipo de fibra usada (lã, linho ou acrílico) e depende da forma de aplicação, que pode ser feita com lata de aerossol ou um spray de alta pressão. Depois da aplicação, o solvente evapora-se.
Este material pode ser borrifado na pele ou em outras superfícies para fazer roupas, curativos médicos e até cortinas. Uma vez aplicado na pele com tecnologia aerossol, ele seca instantaneamente, não forma costuras, pode ser lavado e vestido novamente.
O tecido pode ser produzido e mantido numa lata de aerossol esterilizada, que poderia ser “perfeita” para fazer curativos borrifados sem aplicar nenhuma pressão, no caso de queimaduras, ou para aplicar remédios directamente sobre um ferimento.
"A aplicação do tecido borrifado na moda é uma excelente forma de anunciar o conceito, mas também de querermos trabalhar com novas aplicações nas indústrias médica, de transporte e química", disse Luckham.
Mónica Serra
Hubble prevê o futuro de aglomerado de estrelas
Prevendo o futuro
Astrónomos costumam olhar para o passado, quando capturam a luz emitida por estrelas há milhões de anos.
Mas agora eles usaram imagens feitas pelo telescópio espacial Hubble para olhar para o futuro - 10.000 anos à frente, para ser exacto.
O telescópio fez imagens do aglomerado globular Ómega Centauro no período de 2002 a 2006, detectando o movimento das estrelas nesse período.
A seguir, eles usaram esse movimento para projectar a trajectória de cada estrela para os próximos 10.000 anos.
Ómega Centauro
O aglomerado globular Ómega Centauro foi descoberto por Ptolomeu há mais de 2.000 anos. Ptolomeu pensou que Ómega Centauro fosse uma estrela única - na verdade trata-se um enxame de cerca de 10 milhões de estrelas, todas orbitando um centro comum de gravidade.
A "estrela" de Ptolomeu só foi identificada como um aglomerado globular em 1867, sendo um dos cerca de 150 aglomerados identificados na Via Láctea.
As estrelas estão tão amontoadas no aglomerado que os astrónomos tiveram que esperar dois milênios até que o Telescópio Espacial Hubble permitisse olhar com mais profundidade o núcleo dessa "colmeia estelar" e mapear as estrelas individualmente.
Buraco negro
A medição precisa do movimento das estrelas em aglomerados gigantes pode render insights interessantes sobre como esses agrupamentos se formaram no Universo primitivo, e se um buraco negro de massa intermediária - cerca de 10.000 vezes a massa do nosso Sol - poderia estar à espreita entre as estrelas.
"São necessários programas de computador sofisticados para medir as mudanças sutis nas posições das estrelas que ocorrem durante um período de apenas quatro anos," diz o astrônomo Jay Anderson, que conduziu o estudo com seu colega Roeland van der Marel. "Em última instância, é a visão afiada do Hubble que é a chave para a nossa capacidade de medir o movimento das estrelas no aglomerado."
"Com o Hubble, você pode esperar três ou quatro anos e detectar os movimentos das estrelas com mais precisão do que observar durante 50 anos usando um telescópio terrestre," acrescentou Van der Marel.
Prata, hidrogénio e mercúrio na Lua
Cratera feita pela NASA parece «um tesouro de elementos químicos»
Solo lunar é rico em materiais úteis
O solo lunar é mais rico do que pensavam os geólogos, pois contém uma variedade de elementos químicos úteis como a prata, o hidrogénio e o mercúrio, revelam as mais recentes conclusões de um projecto da NASA.
A agência espacial norte-americana lançou um engenho de 2,3 toneladas na cratera Cabeus, perto do Pólo Sul da Lua, que foi seguido de perto pela sonda LCROSS. A sonda analisou os materiais projectados pelo embate do engenho, que causou um buraco de 20 a 30 metros de diâmetro na superfície lunar.
Em comunicado, a NASA refere que "o solo lunar é rico em materiais úteis” e que a Lua é “quimicamente activa e provida de um ciclo de água". Já em Novembro, a agência anunciara a detecção de quantidades importantes de água gelada.
A agência espacial norte-americana lançou um engenho de 2,3 toneladas na cratera Cabeus, perto do Pólo Sul da Lua, que foi seguido de perto pela sonda LCROSS. A sonda analisou os materiais projectados pelo embate do engenho, que causou um buraco de 20 a 30 metros de diâmetro na superfície lunar.
Em comunicado, a NASA refere que "o solo lunar é rico em materiais úteis” e que a Lua é “quimicamente activa e provida de um ciclo de água". Já em Novembro, a agência anunciara a detecção de quantidades importantes de água gelada.
As mais recentes análises a fragmentos e poeiras demonstram que o solo lunar contém não só água quase pura, sob a forma de cristais de gelo em certos locais, mas também hidróxido, monóxido de carbono, dióxido de carbono, metano, amoníaco, sódio, prata, hidrogénio e mercúrio.
"A cratera parece um tesouro de elementos químicos", salienta o geólogo Peter Schultz, principal autor de uma das seis comunicações sobre a descoberta que são publicadas na edição de hoje da revista Science.
A maior parte dos elementos resulta do bombardeamento incessante da Lua por cometas e meteoritos, desde há milhares de anos. A toxicidade do mercúrio, detectado em grandes quantidades, pode agora, no entanto, ser um problema para a exploração humana na Lua, segundo os cientistas.
"A cratera parece um tesouro de elementos químicos", salienta o geólogo Peter Schultz, principal autor de uma das seis comunicações sobre a descoberta que são publicadas na edição de hoje da revista Science.
A maior parte dos elementos resulta do bombardeamento incessante da Lua por cometas e meteoritos, desde há milhares de anos. A toxicidade do mercúrio, detectado em grandes quantidades, pode agora, no entanto, ser um problema para a exploração humana na Lua, segundo os cientistas.
João Marques
Encontradas primeiras evidências de matéria escura
Substância é «invisível» por não reflectir a luz
Dois investigadores norte-americanos afirmam ter encontrado evidências que, pela primeira vez, confirmam a existência de matéria escura, substância que compõe a maior parte do universo, segundo os especialistas.
A matéria escura não reflecte a luz, pelo que não pode ser observada directamente por telescópios, tornando-se “invisível”. Desta forma, era até agora inferida pelos cientistas através da medição da sua força gravitacional sobre a restante matéria visível.
No entanto, Dan Hooper, da Universidade de Chigago e Lisa Goodenough, da Universidade de Nova Iorque, detectaram, a partir de explosões gigantes no centro da Via Láctea, sinais de destruição de partículas de matéria escura. Os dados recolhidos foram enviados à revista Physics Review Letters B e aguardam agora a revisão de outros físicos e astrónomos.
Segundo Dan Hooper, o que observaram coincide apenas com as características da matéria escura e que, embora “seja difícil ter a certeza de que nenhuma hipótese foi esquecida, não há alternativas mais plausíveis”.
As observações realizadas mostram que a matéria escura é composta por partículas designadas por WIMPs, cuja massa é nove vezes maior do que a de um protão.
As observações realizadas mostram que a matéria escura é composta por partículas designadas por WIMPs, cuja massa é nove vezes maior do que a de um protão.
A teoria da matéria escura foi criada em 1930 e surgiu como uma explicação para a velocidade das estrelas e galáxias, que deveria ser motivada por uma quantidade de matéria muito maior do que a visível.
Os especialistas acreditam que, do total do universo, 72 por cento é energia escura, 23 por cento é matéria escura e apenas cinco por cento corresponde à matéria visível.
João Marques
Universo vai transformar-se num espaço infinito, frio e sem vida
O Universo vai expandir-se para sempre e transformar-se num espaço infinito, frio e sem vida, avança um estudo publicado esta quinta-feira.
A hipótese é considerada como provável pelos cientistas autores do estudo, que será tema da próxima edição da revista Nature.
Um trabalho liderado pela NASA conseguiu estimar a quantidade de energia negra no cosmos: 75 por cento.
O estudo agora divulgado consistiu em tentar medir essa energia invisível, responsável pela expansão do Universo e estimar a distribuição que tem no espaço.
Para isso, os cientistas recorreram a uma espécie de lupa astronómica, uma lente galáctica composta por um enorme conjunto de galáxias conhecido como “Abell 1689”.
Os autores usaram a forma como a luz de estrelas distantes é distorcida por essa concentração de galáxias para estimarem a quantidade de energia negra existente no Universo. Isto porque a concentração de corpos celestes obriga a luz a curvar-se, permitindo ver o que se passa atrás deles.
O percurso da luz também é afectado pela distância a que está o objecto observado e pela distribuição de energia negra.
Os astrónomos calcularam as duas primeiras variáveis, usando o telescópio hubble, o que lhes permitiu estimar o terceiro factor, a tal distribuição da energia negra.
É com essa estimativa nas mãos que os cientistas afirmam neste estudo, divulgado na BBC, que o Universo vai continuar a expandir-se para sempre, transformando-se num espaço infinito, sem vida e muito frio, com temperaturas próximas daquilo a que a ciência chama o “zero absoluto”, o limite mínimo de temperatura do Universo, ou seja, cerca de 270 graus celsius negativos.
João Marques
NASA começa uma nova missão para visitar o Sol em 2018
A Agência Espacial Norte-Americana começou a desenvolver uma missão para estudar e visitar o Sol com a maior proximidade de sempre, estando o projecto programado para avançar em 2018, informou a NASA no seu portal da Internet. A NASA prevê desenvolver uma pequena nave espacial que cairá directamente na atmosfera do Sol, a aproximadamente 6,5 milhões de quilómetros da superfície da maior estrela do sistema planetário terrestre.
Com esta nova tentativa para se aproximar do Sol, a agência espacial quer aprofundar o estudo sobre elementos que não puderam ser investigados até agora.
As experiências planeadas para a nave solar Probe Plus foram desenhadas para resolver a duas questões específicas da física solar: Porque é que a atmosfera exterior solar é muito mais quente do que a superfície visível do Sol; e de que forma o vento solar afecta a Terra e o sistema solar? Explicou o responsável da NASA Dick Fisher. Fisher assegurou que os cientistas têm procurado dar resposta a estas perguntas durante décadas e espera que esta missão possa pôr fim a estas incógnitas.
A nave terá um revolucionário escudo térmico composto de carbono que lhe permitirá suportar temperaturas superiores a 1.400 graus centígrados e explosões de radiação intensas. A NASA convocou em 2009 os cientistas de todo o mundo para apresentarem propostas sobre novas investigações em torno do Sol. Um painel de especialistas estudou 13 projectos dos que foram seleccionados, estando previsto atribuir a cinco deles 180 milhões de dólares (140 milhões de euros).
Os diferentes grupos de cientistas estudarão, entre outros aspectos, as partículas do Sol (protões, electrões e iões), as fotografias em três dimensões (3D) que serão proporcionadas pelo potente telescópio que levará a nave, bem como as emissões magnéticas que irradia o Sol.
Para a NASA, trata-se de ter um melhor conhecimento do Sol, permitindo inclusive prever o ambiente criado pelas radiações para não surpreender os futuros exploradores do espaço.
João Marques
João Marques
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